Investir em florestas plantadas além de proporcionar inúmeros benefícios sociais garante retorno financeiro atrativo.

Os empreendimentos florestais proporcionam aos investidores florestais Taxa Interna de Retorno (TIR) acima de 20%.

Inicialmente, o investidor deve se preocupar com as seguintes questões:

  • escolha da espécie de acordo com os usos a que se destina a madeira;
  • A qualidade da muda é de fundamental importância para alcançar os objetivos almejados. A qualidade da muda reflete no crescimento futuro das árvores, podendo, portanto, interferir na produtividade das florestas (Carneiro, 1995);
  • trata-se de investimento atrativo, sujeito a riscos como qualquer outro, porém em uma escala menor;
  • espécies de rotação curta, antes do sétimo/oitavo ano, em geral produzem madeira de menor valor e usos restritos (energia e celulose);
  • algumas espécies de eucalyptus, embora com grande produtividade, atendem apenas usos em celulose/energia ou produzem madeiras com características físicas/mecânicas indesejáveis a muitos usos;
  • espécies de rotação curta produzem madeira com maiores diâmetros após o sétimo/oitavo ano ampliando os usos dentro do conceito de usos múltiplos da floresta com o manejo adequado;
  • os maiores ganhos somente são obtidos após o sétimo/oitavo ano, seja em razão do ciclo produtivo da espécie escolhida ou do manejo adotado, no caso das espécies de eucalyptus (usos múltiplos);
  • espécies produtoras de madeira nobre e eucalyptus com maior densidade ou decorativos alcançam melhores preços, em razão do aspécto decorativo da madeira, usos múltiplos e características desejáveis a destinação mais nobre, ampliando as oportunidades de negócio;
  • o fator produtivo menor das espécies de Eucalyptus acima citadas é compensado pelo maior valor da madeira;
  • a espécie deve ser tolerante a aspéctos ambientais adversos, adaptadas aos fatores edafoclimáticos, não apresentar pragas/doenças que inviabilizem o seu desenvolvimento/elevem sobremaneira os custos de manejo;
  • a muda deve ser de boa procedência, sadia e produzida a partir de material certificado;
  • as espécies florestais de interesse comercial necessitam de bom programa nutricional, fitossanitário e manejo adequado para que produzam satisfatoriamente, variando de acordo com a espécie e fatores edafoclimáticos;
  • o investidor florestal deve procurar assistência técnica qualificada.